DEIXE AQUI O SEU RECADO!!!

Seguidores

sexta-feira, 15 de maio de 2015

REGULAMENTAÇÃO ACONTECERÁ EM 29 DE MAIO E REAJUSTE DO PISO EM JUNHO-2015

REGULA MENTAÇÃO ACONTECERÁ EM 29 DE MAIO E REAJUSTE DO PISO EM JUNHO-2015


Provavelmente o reajuste anual do piso nacional do agentes de saúde
será no mês de junho todos os anos, de acordo com a sua promulgação.
Em fase final de elaboração, a regulamentação da Lei do Piso Nacional dos Agentes de Saúde e Endemias no país será publicada em maio. É o que garante o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Heider Aurélio Pinto, que assegurou ainda haver “disposição e boa vontade” do governo para aprovar um reajuste no piso salarial neste ano. “Sem dúvidas aprovar o piso foi uma grande vitória, mas agora vem a segunda parte da luta, que é fazer cumprir a lei.
Se não tiver mobilização e cobrança será uma vitória pela metade”, disse o deputado federal Jorge Solla (PT-BA), que intermediou reunião realizada nesta terça-feira (28) entre o secretário Heider e diretores sindicais da Federação Nacional dos Agentes de Saúde (Fenasce) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS). Heider coordena o grupo de trabalho tripartite (União, Estados e Municípios) para tratar da aplicação da norma, que está em vigor desde junho do ano passado e garante piso de R$ 1.014 para a categoria.
FERNANDO ( FENASCE ) SANDRO CEZAR ( CNTSS )
“Alguns prefeitos se utilizam de não ter a regulamentação para não cumprir o piso, mas todo empregador já tem que pagar o piso desde o ano passado”, disse. Segundo Helder, a regulamentação servirá para estabelecer as novas regras no repasse financeiro aos municípios e para definir a quantidade de agentes que será cofinanciado por município. “A lei nos obriga a pagar 95% dos vencimentos de cada agente, mas adianto que vamos assumir 100%”, disse.
Nesta conta, cabe aos municípios o pagamento dos encargos trabalhistas. O gestor afirmou ainda que o governo já prevê no Orçamento deste ano a correção da inflação no piso salarial dos agentes de saúde. “Apesar do ajuste fiscal, este reajuste no piso deve sair porque está no Orçamento, não vamos gastar mais do que aquilo que já estava previsto”, disse. Heider afirmou que tratará do assunto com o Ministro Arthur Chioro logo após a publicação do regulamentação da Lei do Piso. Um projeto de lei deve ser encaminhado à Câmara de Deputados para confirmar o reajuste.
A direção da FENASCE/CUT, esteve em reunião com o representante do ministério da saúde Héider Aurélio, o Deputado Federal PT-Ba Jorge Solla, Odorico Monteiro Deputado Federal PT-CE ,onde foram discutidos as questões de interesse da categoria ACS e ACE.
Um dos temas foi o reajuste do piso salarial que segundo o Héider, esse assunto será tratado com o Ministro da Saúde logo após a publicação do decreto presidencial, que determina aos gestores o pagamento do nosso piso ainda no mês de maio, a questão do reajuste do piso salarial o governo federal disse que os recursos estão assegurados dentro do PPA plano plurianual ate 2020 e que estará também em junho fazendo o lançamento do programa da política de valorização dos ACS e ACE e a desprecarização dos vínculos desses trabalhadores que ainda continuam com os vínculos precarizados.
Foi entregue pela direção da FENASCE um parecer que trata da questão da formação técnica dos ACS e ACE que se encontra sem homologação desde o ano de 2004 no MEC. Com essa luta podemos alterar na lei 12.994/2014 o ensino de fundamental para nível médio com reflexos no plano de cargos e carreiras dos municípios e também alteração da área de abrangência dos ACS para o município. O ministério da saúde vai encaminhar a pedido da FENASCE, todas as resoluções e portarias criadas pelo GT ,e informando aos gestores que o piso salarial já era para ser pago desde da publicação da lei.









Redação e Imagens: DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO DESTE BLOG












FonteCÂMARA DOS DEPUTADOS-DF

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Agentes da cura

Agentes da cura

Data de publicação: 
 01/04/2015
Documentário reforça importância dos agentes comunitários no enfrentamento de doenças e na promoção da saúde
Rita Smith é uma das ACS da Rocinha retratada no filme sobre tuberculose (ilustração: Diego Azeredo)
A história de quem trabalha cuidando de pessoas doentes é o fio condutor do documentário Doenças Negligenciadas — Tuberculose tem cura, da cineasta Ieda Rozenfeld, produzido pelo selo Fiocruz Vídeo e previsto para ser lançado no segundo semestre. Filmado em locações no Rio de Janeiro, no Recife e na Amazônia, o documentário apresenta o trabalho de agentes comunitários e suas equipes, que atuam na prevenção e na promoção da saúde dos afetados pela tuberculose. 
No Rio de Janeiro, na comunidade da Rocinha, situada na zona sul da cidade, a protagonista é Rita Smith, uma agente comunitária de saúde (ACS) que entende que o tratamento vai muito além da medicação. Ex-usuária de drogas e álcool, Rita teve tuberculose duas vezes e perdeu sua mãe para a doença, o que a motivou a desenvolver uma outra visão da enfermidade. “Ser ex-paciente foi tudo no meu processo de vida. Eu vejo o mundo de outra forma. E sei que o amor e a amizade estão acima de qualquer outra coisa, principalmente para quem está debilitado e incapaz”, declarou em entrevista à Radis. 
Afastada do trabalho por questões de saúde, Rita se mantém à frente do Grupo de Apoio aos Pacientes e ex-Pacientes de Tuberculose (Gaexpa-TB), organização não-governamental que ela criou em 2010 para garantir direitos e dar assistência às pessoas doentes e em tratamento. Moradia, insalubridade, má ventilação nas casas, pobreza, uso de drogas e álcool fazem com que a Rocinha apresente alto índice de doenças respiratórias. De acordo com Rita, 80% das pessoas que vivem no local de alguma forma tiveram contato com o bacilo de Koch [bactéria que causa tuberculose]. Além disso, informalidade e desemprego são fatores que ameaçam a continuidade do tratamento. “O tempo previsto de seis meses para a cura da tuberculose é muito longo para quem está doente”. Doação de cestas básicas, assistência social e apoio a familiares e vizinhos estão entre os trabalhos desenvolvidos pelo Gaexpa. Sem precisar o número de pessoas já atendidas direta e indiretamente pela ONG, Rita aposta que o filme é um instrumento eficaz para diminuir o preconceito sobre a tuberculose. “Por meio do filme a informação pode ser espalhada. E eu sei a importância da informação”, reforça.
Diretora do vídeo, Ieda Rozenfeld reconhece que a liderança de Rita fez com que sua lente se voltasse para os ACS. “Rita é da comunidade. Quanto mais pessoas locais estiverem envolvidas no processo de transformação, mais eficiente ele será”, diz a cineasta, que dividiu a direção do filme com Andre Di Kabulla. Segundo ela, ao contrário do que a maior parte da população acredita, a tuberculose não está erradicada, mas sim “ativa, atuante e ocorrendo em progressão geométrica”. Ela fala com o conhecimento de quem perdeu um irmão para a doença há 20 anos. 
Roberto Carlos e os Munduruku no Amazonas (reprodução)

Importância dos ACIS

No Recife, as lentes do documentário se voltaram para as pessoas em situação de rua e indivíduos vivendo com HIV. As gravações foram feitas com a ajuda da equipe do Consultório na Rua e no ambulatório do Hospital Correia Picanço, no bairro da Tamarineira — no qual há um trabalho de referência em prevenção e tratamento da tuberculose — e no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), um presídio de segurança máxima. Já no Amazonas, as filmagens ocorreram em Nova Olinda do Norte, a 126 quilômetros de Manaus, na tribo do povo Munduruku, que teve aldeias dizimadas por doenças, incluindo-se a tuberculose. Lá, a equipe pôde conhecer de perto o trabalho dos Agentes Comunitários Indígenas de Saúde (ACIS).
A cineasta aponta que, no caso dos indígenas, qualquer ação de saúde deve levar em conta questões particulares, o que reforça a importância do papel desempenhado pelos ACIS. Entre eles, ela destaca a moradia em locais remotos, o que dificulta o acesso dos médicos; o fato de os índios não gostarem de deixar a família para buscar tratamento fora da aldeia; e a dificuldade de a “medicina dos brancos” aceitar as crenças indígenas como práticas de saúde. “O indígena já percebeu, da pior forma possível, perdendo pessoas de suas famílias, que o remédio do branco é importante. Mas faltam remédios, equipamentos e estrutura física adequada ao tratamento”, destaca a diretora, lembrando que no local não há equipamento radiológico, o que obriga pacientes debilitados a enfrentarem longas viagens pelo Rio Amazonas para chegarem aos postos de atendimento, debilitando-os ainda mais. Neste contexto, torna-se essencial a figura e o trabalho do ACIS, defende. 

Projeto transmídia

Ieda explica que o projeto que deu origem a Tuberculose Tem Cura é realizado a partir de um conceito transmídia, o que significa dizer que ocupa diversas plataformas e redes sociais. “Eu utilizo a web como uma forma de comunicação. Assim, veiculo questões sobre a tuberculose em diferentes ambientes como Facebook, Instagram, Twitter e Vimeo. Isso permite uma maior troca de informação”. 
Ela informa que filme, dados e informações sobre a pesquisa, roteiro, personagens, fotos e depoimentos são postados na internet para que tenham longo alcance e possam ser acessados, comentados e compartilhados por pessoas em todo o mundo, como por exemplo, em países da África onde a doença é muito severa. 
Foi na web que a diretora encontrou referências em relação à tuberculose. “Foram três meses de pesquisa na internet sobre a doença no Brasil e no mundo. Além da busca inicial, usei a web para o e-mail ou para fazer entrevistas”. Ela ressalta que é no ambiente virtual que o projeto se materializa inicialmente e continua a ser desenvolvido depois que o filme é lançado. “A melhor forma de combater o preconceito é falar sempre sobre a situação. Se você incentiva as pessoas a darem seu depoimento, a gravar um vídeo pelo celular, por exemplo, e veicular na web, o trabalho não acaba”. 
 Gravação com Rita Smith, na Rocinha (reprodução)

Mais vídeos

Foi numa das visitas que fizeram aos Munduruku que a equipe conheceu Roberto Carlos, médico cubano que atende à tribo a partir do posto de Laranjal, em Nova Olinda do Norte (AM), que logo se integrou ao grupo. A experiência de Roberto vai integrar um filme que Ieda está produzindo sobre o programa Mais Médicos, do governo federal. Ainda em fase de captação de recursos, o roteiro vai mostrar também a vida de Xenia Zamara, médica cubana que trabalha em Guarabira, interior da Paraíba, desde 2013. A família de Xenia já foi entrevistada em Cuba. 
Entre tantas questões que levaram a cineasta a proceder a esta investigação, uma delas ainda está presente: o que leva um profissional a deixar o seu país e se lançar em um mundo desconhecido? “Tenho muita curiosidade em saber porque eles deixaram suas famílias. Muitas médicas são mães com filhos pequenos. Mas os profissionais não vieram para o Brasil só pelo dinheiro, pois são pessoas que já realizaram missões em outros países e não ganharam o que estão ganhando aqui”, diz, percebendo que a experiência cubana é apoiada em uma ideologia. “É como se os cubanos fossem devolver ao mundo aquilo que eles têm de melhor, que é a solidariedade e a expertise em saúde pública”.  
Gravação no Cotel, no Recife (reprodução)

 

Brasil profundo

Formada pela Universidade Federal Fluminense, em 2000, foi no Acre, em 2010, que Ieda teve contato com o que ela chama de “Brasil profundo” ao dirigir o vídeo Vigilância em Saúde nos desastres – a experiência de Rio Branco. No curta de 20 minutos, produzido pela VideoSaude – Distribuidora da Fiocruz para a Secretaria de Vigilância Sanitária (SVS), Ieda mostra o trabalho dos ACS que percorrem a região, orientando a população sobre higienização de moradias e a prevenção de doenças em áreas alagadas. “Eu me surpreendi e fiquei apaixonada pela figura do ACS, vi o quanto são comprometidos e envolvidos. Eles carregam conhecimento e, além dele, o afeto que muitas vezes falta no atendimento. Sem o ACS eu acho que a saúde pública não vive. Ele é o elo fundamental entre a política pública e a comunidade”, ressaltou.
Em paralelo, Ieda investe em outras áreas. Há um ano ela toca o Cineclube da Gigóia, localizado na ilha onde mora, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Destinado ao público infanto-juvenil, o cineclube reúne 50 crianças e jovens da localidade todo primeiro domingo de cada mês para sessões sobre temas variados. A ideia é utilizar o espaço também para levar pessoas como Rita Smith para debater com a plateia, transformando o espaço educativo-cultural em um local de promoção da saúde. Ieda revela que, dentre tantas atividades, é movida por um ideal. Seu desejo é que os ACS cheguem à Ilha da Gigóia, cuja população também enfrenta dificuldade de acesso à promoção e à assistência à saúde.
SAIBA MAIS
Autor: 
 Liseane Morosini

sexta-feira, 8 de maio de 2015

COORDENADOR DO GT GARANTE QUE REGULAMENTAÇÃO DO PISO SAI EM MAIO

Heider Aurélio Pinto
Em fase final de elaboração, a regulamentação da Lei do Piso Nacional dos Agentes de Saúde e Endemias no país será publicada em maio. É o que garante o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Heider Aurélio Pinto, que assegurou ainda haver “disposição e boa vontade” do governo para aprovar um reajuste no piso salarial neste ano.


Heider coordena o grupo de trabalho tripartite (União, Estados e Municípios) para tratar da aplicação da norma, que está em vigor desde junho do ano passado e garante piso de R$ 1.014 para a categoria. “Alguns prefeitos se utilizam de não ter a regulamentação para não cumprir o piso, mas todo empregador já tem que pagar o piso desde o ano passado”, disse.

Segundo Helder, a regulamentação servirá para estabelecer as novas regras no repasse financeiro aos municípios e para definir a quantidade de agentes que será cofinanciado por município. “A lei nos obriga a pagar 95% dos vencimentos de cada agente, mas adianto que vamos assumir 100%”, disse. Nesta conta, cabe aos municípios o pagamento dos encargos trabalhistas.

O secretário afirmou ainda que o governo já prevê no Orçamento deste ano a correção da inflação no piso salarial dos agentes de saúde. “Apesar do ajuste fiscal, este reajuste no piso deve sair porque está no Orçamento, não vamos gastar mais do que aquilo que já estava previsto”, disse. Heider afirmou que tratará do assunto com o Ministro Arthur Chioro logo após a publicação do regulamentação da Lei do Piso. Um projeto de lei deve ser encaminhado à Câmara de Deputados para confirmar o reajuste. 


Fonte: Site de Carlos Brito

Por Lazaro Costa






segunda-feira, 13 de abril de 2015

SINDACS-PE AÇÃO EM BEZERROS-PE COM O PMAQ DOS ACSs E PQAVS DOS ACEs

Em reunião no mês de dezembro com o Prefeito Branquinho, o Presidente da câmara o vereador Nivaldo Santino, e os representantes das categorias de ACSs e ACEs SINDACS-PE  apresentaram para eles o repasse do PMAQ dos ACSs e PQAVS do ACEs,  o prefeito de imediato disse que o presidente da câmara poderia criar junto com o procurador do município uma lei e assim  resolver logo, pois se o dinheiro está ai era para tirar a parte que cabe a gestão para ser investido na melhoria da infraestrutura  e dividir a parte que cabe as categorias.Então no último dia 7 de abril se fez presente representantes das duas categorias,o presidente da câmara Nivaldo Santino, , e os diretores do SINDACS - PE,  que por sua vez vai fazer um esbouço da lei para nos apresentar. Depois de um ano de luta por essa divisão esperamos que agora chegamos a uma solução pois recebi um email da atenção básica agora dia 26 de março de um fórum que houve nos dias 25, 26 e 27 de março onde ficou certa a abertura das novas contratualizações que vai ser agora a parti de maio. Então estamos procurando resolver o quanto antes esse impasse  , para que os que contratualizaram recebam, e os outros contratualizem, para essa reunião chamamos representantes da parte de enfermagem que não se fizeram presentes. Hoje dia 13 de abril fizemos uma assembleia com as categorias onde iremos nos unir em uma luta só, que com certeza iremos obter exito, pois é com a união das classes  venceremos, e que essa  divisão aconteça  de maneira justa para todos.
REUNIÃO COM A CATEGORIA





REUNIÃO NA CÂMARA COM OS DIRETORES DO SINDACS-PE E O PRESIDENTE DA CÂMARA 


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

PORTARIA Nº 165, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Cria código provisório de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) de Agentes de Combate às Endemias (ACE).

PORTARIA Nº 165, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Cria código provisório de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) de Agentes de Combate às Endemias (ACE). A Secretária de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 511/SAS/MS, de 29 de dezembro de 2000, que institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES); Considerando a Lei nº 12.994, de 17 de junho de 2014, que altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, instituindo o piso salarial profissional nacional, e, diretrizes para a carreira dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias; Considerando a necessidade de adequar a Tabela de Classificação Brasileira de Ocupações utilizada no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) com a Tabela de Classificação Brasileira de Ocupações - CBO 2002, publicada por meio da Portaria nº 397, de 9 de outubro de 2002, do Ministério do Trabalho e Emprego; e Considerando a necessidade de identificar nos sistemas de informação em saúde do SUS, os CBO da área de saúde ainda não contemplados na Tabela de CBO 2002, resolve: Art. 1º Fica incluída, na Tabela de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) utilizada no SCNES, a CBO 5151-F1 – AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS. Parágrafo único. O código de CBO descrito no caput será utilizado provisoriamente, até a inclusão do código definitivo na CBO 2002 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Art. 2º Caberá à Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), por meio da Coordenação Geral dos Sistemas de Informação do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (CGSI/DRAC), adotar as providências necessárias junto ao Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SGEP), para o cumprimento do disposto nesta Portaria. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LUMENA ALMEIDA CASTRO FURTADO

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CONACS TRAI MAIS UMA VEZ A CLASSE DOS ACS E ACE DO BRASIL


Os diversos escândalos da Conacs prejudicam a imagem da confederação dos ACS/ACE do BRASIL!
NÃO teremos REAJUSTE SALARIAL"" o nosso piso salarial nacional esta ""CONGELADO" "
Os que muitos ACS/ACE não esperavam, era que a gestão da Conacs desacreditada pela categoria, despenca-se ladeira abaixo! Com uma liderança arrogante e com seus diretores submissos, colocaram em risco o piso salarial nacional da categoria, a verdade e que a conacs fracassou em sua articulação, nos principais itens de extrema importantes para a categoria, principalmente o sobre como será o reajuste salarial nacional dos ACS/ACE.
Defendida com maestria pela lideranças da conacs, a assessoria jurídica da instituição, ditava as regras da Conacs, focando no lucro que os eventos da confederação trazia com palestra em todo Brasil, arrecadou-se muito dinheiro, repartido em partes iguais a um grupinho bem conhecido em nosso meio.
Sem interesse nenhum que os vetos fossem derrubados no congresso, a liderança da conacs deixou a ver navios a situação, almejando lá na frente convocar novamente a categoria para mais mobilizações em Brasília , afinal de contas isso gera muito lucro.
Não restam dúvidas que todos estes problemas, por sua gravidade, afetaram a credibilidade da CONACS, uma gestão temerária, e o que se comprova a cada dia. A grande duvida dos acs/ace do BRASIL é, como será o reajuste do piso salarial nacional da categoria ??? É resposta é bem simples, !! NÃO teremos REAJUSTE SALARIAL"" o nosso piso salarial nacional esta ""CONGELADO"., Até uma nova luta no congresso nacional, pós era isso que sempre a CONACS quis , é nos sabemos porque não é amigos ACS/ACE????.
O deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA criou Projeto de Lei 7743/14 com regras para reajuste salarial de agentes comunitários de saúde e agentes de endemias,O projeto prevê, entre 2015 e 2018, a reposição da inflação e um aumento real baseado no crescimento da economia, uma nova luta em Brasília, de acordo com o projeto, as diretrizes de valorização salarial serão aplicadas por meio de decreto do Poder Executivo. Esse decreto divulgará, a cada ano, os valores mensais do piso salarial.
Nem mesmo o mais pessimista dos ACS/ACE, em seu mais catastrófico cenário futuro, poderia supor tamanha incompetência da conacs, a sua articulação foi desastrosa principalmente no que se refere-se a quebra dos vetos da presidente Dilma Rousseff.
O que podemos fazer pra contornar essa situação caótica , no que se refere ao reajuste salarial dos ACS/ACE,é luta em nossas cidades, para que a portaria do mistério da saúde que será reajustada agora em fevereiro de 2015 f seja o nosso piso salarial nacional, até a definição do reajuste em definitivo.
Fonte; ACS ROBERTO

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Implantação do piso salarial dos Agentes de Saúde é debatido em reunião Tripartite

Durante a 6ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que acontece durante a 14ª EXPOEPI, em Brasília (DF), o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Hêider Aurélio Pinto, destacou alguns pontos em relação a Lei nº 12.944, de 17 de junho de 2014, que prevê a implantação de um piso salarial nacional e diretrizes para um plano de carreira aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS).
“O Ministério da Saúde tem investido cada vez mais nos ACS. Um repasse por agente que, em 2002, seria de R$ 248,00, em valores atuais corrigidos, aumentou quatro vezes e chegou, em 2014, a R$ 1.014,00, exatamente o valor do Piso previsto na Lei. Já mobilizamos recursos para garantir, também, o repasse para os Agentes de Controle de Endemias (ACE), tão logo a legislação permita”, enfatizou Hêider.
Em setembro desse ano, o MS criou um grupo de trabalho para discutir e apontar soluções para a implantação da Lei nº 12.944. O GT conta com representantes do Ministério da Saúde, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social. O objetivo do grupo é analisar e formular as melhores estratégias de implantação da lei em todo o Brasil e apontar as diretrizes e ações fundamentais para melhorar as relações de trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde.
“O Ministério, junto com a representação dos ACS e ACE e com os municípios e estados, está buscando caminhos para que a lei seja, de fato, implementada em todo o país, o que inclui a definição de recursos da união, mas também dos municípios e estados para custear o novo piso, senão, os municípios mais pobres terão dificuldades”, destacou o secretário.Outro ponto levantado pelo secretário é que a lei condiciona o repasse de recursos para os ACS e ACE que cumprem necessariamente 40h semanais e que tenham vínculo formal de trabalho com os municípios e os estados. “Nós estamos preocupados com o fato da lei não ter previsto transição para os agentes com contrato precário ou temporário, pois sabemos que passam de um terço do total. O MS proporá ao grupo uma estratégia que implante a Lei, mas que, ao mesmo tempo, evite ao máximo que os municípios mais pobres demitam os agentes com vínculo desprotegido. Estamos preocupados com a dimensão social e humana do trabalhador e também com o fato de que a demissão deste trabalhador essencial à atenção básica à população resultaria em desassistência”, acrescentou o secretário.Anna Lima
Jornalista/Nucom/SGTES
Anna.iung@saude.gov.br